Normas e designações relacionadas
A tabela técnica cita DIN 1.4301/1.4306, X5CrNi18-10/X2CrNi19-11 e S30400/S30403. A versão L tem carbono menor e costuma ser escolhida quando a soldagem ou requisito de corrosão intergranular é relevante.
Aço inox austenítico recozido, muito usado em peças estampadas e aplicações gerais que exigem boa conformabilidade, acabamento e resistência à corrosão.

A tabela técnica cita DIN 1.4301/1.4306, X5CrNi18-10/X2CrNi19-11 e S30400/S30403. A versão L tem carbono menor e costuma ser escolhida quando a soldagem ou requisito de corrosão intergranular é relevante.
Para 304, a tabela informa carbono máximo 0,08, níquel de 8 a 10,5 e cromo de 18 a 20. Para 304L, carbono máximo 0,03, níquel de 8 a 12 e cromo de 18 a 20. Silício, manganês, fósforo e enxofre seguem limites indicados na tabela.
A referência publicada indica classe Recozido, dureza máxima 93 HRB, resistência à tração de aproximadamente 610 MPa e acabamentos 2B Decapado e BA Polido Brilhante. Isso reforça a vocação para conformação e estampagem.
É indicado para peças estampadas, componentes inox, aplicações industriais gerais, ambientes com umidade moderada, peças com exigência estética e produtos que precisam de boa conformabilidade. Não deve substituir 316 quando houver cloretos severos.
Na prática, o material deve ser escolhido a partir do desenho, da função da peça, da operação de corte/conformação e do ambiente de uso. A mesma liga pode ter desempenho diferente conforme espessura, acabamento, dureza e condição de fornecimento.
Pode ser cortado por guilhotina, prensa, punção, laser ou outros processos compatíveis com a espessura. O inox tende a encruar localmente e pode exigir ferramentas afiadas, lubrificação e controle de aquecimento.
Tem boa resistência à corrosão em muitos ambientes, mas pode sofrer em cloretos, frestas, contaminação ferrosa e limpeza inadequada. Proteção inclui evitar contato com aço carbono, remover partículas contaminantes e considerar passivação.
304/304L não é endurecido por têmpera como aço carbono. Tratamentos térmicos são voltados a solubilização ou alívio conforme engenharia, e podem alterar acabamento e propriedades. Para compra em fita, a condição recozida deve ser especificada.
Tem boa soldabilidade. 304L é preferido quando o teor reduzido de carbono é importante. Após solda, deve-se avaliar limpeza, decapagem/passivação e risco de corrosão na região afetada pelo calor.
Informe liga, norma, espessura, largura, acabamento, dureza esperada, tolerância, quantidade, aplicação e processo de transformação. Se houver desenho, ficha técnica ou amostra, esses dados reduzem ambiguidade.
As informações deste guia são orientativas e comerciais. Procedimentos de soldagem, têmpera, revenimento, passivação ou corte crítico devem ser definidos e validados por engenharia responsável.
A condição recozida do 304/304L é relevante para operações de conformação. Ela deve constar na especificação junto com o grau e as dimensões, para evitar confusão com uma fita-mola encruada.
A designação identifica a versão de menor teor de carbono em relação ao 304. Essa diferença pode ser relevante em requisitos de soldagem e corrosão intergranular, sem dispensar a norma exigida pelo projeto.
Não: a ficha indica dureza máxima de 93 HRB e referência de tração de aproximadamente 610 MPa. São dados da condição de fornecimento descrita, que precisam ser confirmados para o lote solicitado.
Não automaticamente. EN 1.4301 é uma referência relacionada ao 304. Se o desenho exige 304L, confira a designação e os limites de composição próprios desse grau no documento do material.
Somente se o requisito visual e funcional permitir. Ambos constam como opções para 304/304L, mas aparência, rugosidade e condição superficial precisam ser acordadas quando a peça tiver padrão de acabamento.
Sim, sobretudo quando contêm cloretos. O agente, a temperatura e a contaminação superficial influenciam a corrosão. Descreva a exposição prevista para verificar se o 304/304L atende à aplicação ou se outro grau precisa ser considerado.
Registre a limitação de rebarba e os requisitos de manuseio ou montagem. O corte longitudinal define largura e bordas, mas não dispensa tolerâncias nem o controle de planicidade necessário à peça.
Não. A condição recozida não elimina a influência do raio, do ângulo e do sentido da laminação. Compare a geometria com a espessura e com as operações do ferramental para validar a peça.
Não. O grau é parte da especificação, mas método, espessura e aporte térmico também influenciam a junta. Defina o procedimento conforme o desempenho e a resistência à corrosão exigidos para a peça.
Sim. Uma etapa térmica posterior pode alterar superfície, dureza, forma e tensões da fita recozida. Se o acabamento 2B ou BA precisar ser preservado na peça, esse requisito deve integrar a validação do processo.
Mantenha a fita protegida contra contaminação, impacto e umidade. Embalagem e óleo devem ser compatíveis com a limpeza prevista na fabricação, especialmente quando a superfície ficará aparente.
Identifique o grau exigido, medidas, quantidade e acabamento, e envie o desenho. Descreva a união soldada e o ambiente da peça. Informe a documentação necessária para conferir composição, dimensões e propriedades antes da compra.
Use o formulário para informar liga, medidas, acabamento, dureza, tolerância e aplicação. A equipe Sandsteel avalia a melhor forma de atendimento.